• a familia na comunicação social

conflitos mediáveis

EM QUE SITUAÇÕES SE PODE CONSIDERAR O RECURSO À MEDIAÇÃO FAMILIAR:

  • a opção pela Mediação Familiar pode ser equacionada para a generalidade dos conflitos de origem familiar;
  • a título de exemplo, a Mediação familiar pode ser equacionada:

a ) em casos de divórcio ou de separação de pessoas e bens;

b ) em casos de conversão da separação de pessoas e bens em divórcio;

c ) em sede de regulação, alteração ou incumprimento do regime de exercício do poder paternal;

d ) numa situação de reconciliação entre conjuges separados;

e ) em sede de atribuição ou alteração de alimentos provisórios e definitivos.

 

OUSAR MEDIAR EM SITUAÇÕES DE DIVÓRCIO ou  SEPARAÇÃO QUANDO EXISTAM FILHOS MENORES:

A ruptura entre um casal gera muito sofrimento para todos os membros da familia.

É uma altura em que os envolvidos vão ter que lidar com o “desmoronar” do projecto de conjugalidade que haviam construido, sendo confrontados com o frustar dos seus sonhos e dos seus desejos e aspirações enquanto familia.

Pela forma brutal como, regra geral, a ruptura acontece esta é uma altura de grande fragilidade para o casal, propícia a colocar á flor da pele vários sentimentos, como os de perda, de fracasso, de impotência e mesmo de raiva ou de vingança.

Por outro lado, é também uma altura em que os envolvidos vão ser confrontados com preconceitos e estigmas, da sociedade em geral, mas também de quem lhes está próximo e quantas vezes deles próprios, em relação ao fim do casamento.

Acontece ser precisamente nesta altura de grande fragilidade que os futuros ex-conjuges irão ser chamados a tomar uma série de decisões que irão influenciar todos os membros da familia a curto, médio e mesmo a longo prazo ( havendo filhos menores, colocam-se quase de imediato questões relacionadas com o exercício do poder paternal, com a guarda dos filhos, com os alimentos a estes devidos, etc…).

Por todos os motivos acabados de referir, existe o perigo de as decisões que se venham a tomar nesta altura, ficarem refens deste estado de vulnerabilidade em que os envolvidos se encontram bem como de todos os sentimentos negativos que o envolvem.

Ousar Mediar, é uma opção que o casal, que não se encontra de acordo em relação a algumas questões que têm que ficar reguladas nesta fase,  pode tomar, em alternativa à via judicial.

Ousar Mediar, é optar por construir, com a ajuda de um Mediador Familiar, um projecto de vida futuro para aquela determinada familia, porque ela continua, embora de forma diferente, para além do termo da relação conjugal.

Optar pela Mediação Familiar é optar por procurar construir, com a ajuda de um Mediador Familiar,  um novo modelo de relacionamento não conflitual, uma parceria, entre os membros da familia que, tendo mudado de forma, mantém as suas funções de criar e educar o(s) seu(s) filho(s).

Com a ajuda de um Mediador Familiar, os membros do casal irão poder clarificar os pontos em relação aos quais não se encontram de acordo,  negociando posteriormente os termos da sua regulação, por forma a atingir um Acordo ou Acordos que todos encarem como mutuamente satisfatório(s).

Acordo ou Acordos mutuamente satisfatórios e, por isso,  duradouros que sejam uma base segura, para a necessária reorganização do sistema familiar.

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